
As oportunidades são procuradas…no entanto, existem handicaps sociais, culturais que inviabilizam do mesmo modo, a igualdade de oportunidades no acesso a bens, serviços, recursos, emprego…etc. As desigualdades são fenómenos humanos, promovidos por seres humanos, e por seres humanos "alimentados", são assentes, em valores de injustiça, egoísmo, ganância e falta de compaixão (palavra de Dalai Lama). Em tantas desigualdades sociais, constantemente reflectidas e debatidas por órgãos políticos internacionais, nacionais e regionais, as desigualdades mantêm-se… desigualdades de género, de opção sexual, de etnia e nacionalidade, de idade, de estética, de rendimentos, entre outras… Não pretendo abordar nenhuma das actuais desigualdades, mas partilhar convosco uma das menos debatidas (ou talvez nunca…), a desigualdade no acesso às “relações informais” (para não chamar de cunhas ou relações promíscuas…) existentes nos serviços regionais e públicos. Razão pela qual, pessoas sem qualquer tipo de relação informal (cunha) nos concelhos mais pequenos, tais como, os do interior, com poderes partilhados e repartidos ao longo das várias legislativas, não conseguem aceder aos mesmos “benefícios locais”.
Aliás, é agradável verificar, a ironia da rotatividade de cargos, direcções e funções de chefias e órgãos decisores nas regiões do interior, são autênticos sistemas funcionais para a promoção de interesses pessoais (poderemos acrescentar também “familiares” …), onde, o “eu sei, eu posso, eu quero e eu mando”, são sem duvida a imagem de marca destas relações.
Porquê desigualdade??...Bom é impossível ter a capacidade destes poderes informais, de responder com a mesma velocidade aos nossos interesses, desejos, vontades e necessidades (particulares, privados ou de interesse público), com que estas pessoas (particulares ou colectivas) se movimentam. Mas vou tentar identificar um perfil mais ou menos comum dos promotores destes movimentos, para saberem de quem falo. São particulres ou entidades com, rendimentos e património acima da média, nascidos ou a viver a mais de uma década no território, proprietários de pequenas instituições locais (empresas com historial local) ou dirigentes de serviços públicos e de entidades sem fins lucrativos, agentes ou famílias locais com influência no território, e por ultimo, os oportunos políticos locais.
Provavelmente, esta questão não fará sentido para muitos de vós, vós que estarão dentro de parte ou da totalidade do sistema, no entanto, para “os outros” (os desiguais), estas relações são autênticos atentados quotidianos a igualdade dos cidadãos. Temos e devemos ser os primeiros a exigir rigor e transparência dos serviços e instituições, devemos combater e contrariar estas relações, por vezes, apenas para alimentar sentimentos negativos e pessoais.
A igualdade de oportunidades deve ser um objectivo também no interior, entre aqueles que não têm "relações informais" e aqueles que nunca deveriam as ter…
Uma mensagem de estima a todos os que usufruem e abusam destas relações e poderes conscientemente. São vocês, os responsáveis por parte da negligência, da injustiça e das desigualdades sociais, são vocês o reflexo da pobreza da desigualdade social local…aquela que não se vê, mas se sente…
Aliás, é agradável verificar, a ironia da rotatividade de cargos, direcções e funções de chefias e órgãos decisores nas regiões do interior, são autênticos sistemas funcionais para a promoção de interesses pessoais (poderemos acrescentar também “familiares” …), onde, o “eu sei, eu posso, eu quero e eu mando”, são sem duvida a imagem de marca destas relações.
Porquê desigualdade??...Bom é impossível ter a capacidade destes poderes informais, de responder com a mesma velocidade aos nossos interesses, desejos, vontades e necessidades (particulares, privados ou de interesse público), com que estas pessoas (particulares ou colectivas) se movimentam. Mas vou tentar identificar um perfil mais ou menos comum dos promotores destes movimentos, para saberem de quem falo. São particulres ou entidades com, rendimentos e património acima da média, nascidos ou a viver a mais de uma década no território, proprietários de pequenas instituições locais (empresas com historial local) ou dirigentes de serviços públicos e de entidades sem fins lucrativos, agentes ou famílias locais com influência no território, e por ultimo, os oportunos políticos locais.
Provavelmente, esta questão não fará sentido para muitos de vós, vós que estarão dentro de parte ou da totalidade do sistema, no entanto, para “os outros” (os desiguais), estas relações são autênticos atentados quotidianos a igualdade dos cidadãos. Temos e devemos ser os primeiros a exigir rigor e transparência dos serviços e instituições, devemos combater e contrariar estas relações, por vezes, apenas para alimentar sentimentos negativos e pessoais.
A igualdade de oportunidades deve ser um objectivo também no interior, entre aqueles que não têm "relações informais" e aqueles que nunca deveriam as ter…
Uma mensagem de estima a todos os que usufruem e abusam destas relações e poderes conscientemente. São vocês, os responsáveis por parte da negligência, da injustiça e das desigualdades sociais, são vocês o reflexo da pobreza da desigualdade social local…aquela que não se vê, mas se sente…


Nenhum comentário:
Postar um comentário