
Uso prejudicial de animais no ensino e sua substituição por métodos alternativos
Em diversas faculdades de medicina, ainda é comum usar animais durante as aulas. Porém, no mundo todo, cada vez mais faculdades estão substituindo esse uso por outros métodos de ensino. Esta campanha solicita a atenção de todos para este problema, reivindicando a completa substituição do uso de animais.
Usar animais envolve diversos problemas, científicos e também éticos. Os organismos de animais e humanos são diferentes em muitos aspectos, de modo que as informações obtidas com um animal dificilmente se aplicam a nós. Durante as aulas, o uso de animais causa distracções e ansiedade nos estudantes, e já se fez pesquisas revelando que muitos usariam outros recursos, se isto lhes fosse permitido. Ao mesmo tempo, sempre se causa stress e sofrimento aos animais, desde a simples manipulação até os procedimentos cirúrgicos, nos quais muitas vezes a aplicação de anestesia é incorrecta ou insuficiente para evitar a dor.
Os métodos alternativos são variados e garantem uma excelente qualidade de ensino. Vídeos interactivos, simulações de computador, bonecos que imitam o organismo humano, acompanhamento de pacientes, observação de cirurgias e intervenções cuidadosas supervisionadas por professores são os principais recursos. Uma vez que existem e são eficazes, é dever das faculdades usá-los, em favor do progresso no ensino, do respeito aos estudantes e de um mínimo de cuidado ético com os animais.


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